Matéria sobre o assessor do prefeito Zenaldo

Posted: junho 25th, 2013 | Author: | Filed under: Geral | Tags: | No Comments »

http://pontodepauta.wordpress.com/2013/06/25/assessor-do-prefeito-de-belem-se-infiltra-em-manifestacoes-de-rua-e-prega-o-exterminio-de-militantes-de-esquerda/

“O oficial militar Wolfgang Endemann, assessor do gabinete do prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho (PSDB), em meio a onda de protestos por garantia e ampliação de direitos sociais que movimentou a capital paraense nessas últimas semanas, resolveu usar os seus perfis no facebook e twitter para ameaçar com morte ativistas que saíram às ruas para se manifestar.

Em uma de suas postagens o militar escreveu: “Morte aos petralhas e comunistas. Nós deveríamos matar todo o resto dos comunistas. Ainda estou filmando uns vermelhinhos pra mostrar prá PM. Filmei tudo. Vou caçar esses FDP. Essa estrela vai brilhar na cadeia ou no caixão, vagabundo”, disse.”


Posted: junho 25th, 2013 | Author: | Filed under: Geral | Tags: | No Comments »

Balas, bombas, gás
é o progresso que tal ordem traz
mentira, covardia, repressão
os serventes do estado
escondido, camuflado
servem a pátria seu patrão


Vídeos e fotos sobre a manifestação de 24/06/2013 Belém

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spraydepimenta – Foto de manifestante levando spray de pimenta no rosto, à queima-roupa

https://www.youtube.com/watch?v=kWOTqvW7Zo8 – “Cavalaria da Polícia hostiliza a população na Cidade Velha em Belém/PA”

https://www.facebook.com/photo.php?v=373618026072946 – Vídeo da ação no interior do supermercado Nazaré

https://www.facebook.com/photo.php?v=467445080016011 – Vídeo mostrando os manifestantes na Tamandaré e as barricadas

https://www.facebook.com/photo.php?v=467449570015562 – Vídeo mostrando o avanço da polícia pela Tamandaré, com tiros, bombas e tudo!

https://www.facebook.com/photo.php?v=467470570013462 – Vídeo mostra a polícia na Tamandaré e também pessoas correndo pela rua São Francisco

Pessoal, vários dos vídeos estão hospedados no Facebook. Será que podemos confiar nisso? Talvez pudéssemos baixá-los e tê-los como nosso arquivo.


Texto 3 sobre a manifestação do dia 24/06/2013 Belém

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“Belém, segunda-feira, 24 de junho de 2013

Após a entrega do documento que continha as reivindicações do Movimento Belém Livre ao assessor do prefeito Zenaldo Coutinho, fizemos um jogral para relatar que dez pessoas foram detidas durante o ato. Entre elas haviam duas pessoas suspeitas de jogar um coquetel molotov na fachada do prédio da prefeitura e as outras oito foram detidas sem causa aparente.

Também em jogral, convocamos o Movimento para ir até a frente do Fórum Cível cobrar explicações do motivo da prisão arbitrária. As duas pessoas suspeitas de arremessar o coquetel molotov já haviam sido transferidas à Divisão de Investigações e Operações Especiais (DIOE) e as oito restantes estavam em um micro-ônibus em frente ao Fórum, com objetivo de serem encaminhadas ao DIOE e à Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO).

Em protesto à prisão indevida, vários militantes se posicionaram em frente e atrás do micro-ônibus, bloqueando a saída do veículo. Após cerca de meia hora, um defensor público veio esclarecer que era preciso levar as pessoas presas até o DIOE e a DRCO, pois só a Polícia Civil teria competência para analisar a veracidade das ocorrências e liberá-las em seguida. O defensor público também informou que cinco representantes poderiam ir de micro-ônibus até a delegacia acompanhar o caso.

Mas a decisão do Movimento foi de que não iríamos eleger representantes, pois todas as pessoas queriam acompanhar a situação, além de questionar o encaminhamento à DRCO, que é responsável por investigar casos de CRIME ORGANIZADO. Em seguida, apareceram alguns representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para tentar negociar com o Movimento e a Polícia Militar. Após diversas propostas, ficou definido que o micro-ônibus sairia em direção à DIOE da Cidade Velha, porém acompanhado de manifestantes ao redor.

Mesmo sem atos de “vandalismo”, a Ronda Tática Metropolitana – ROTAM aplicou o primeiro golpe no acordo. Assim que as pessoas liberaram a saída do micro-ônibus, o veículo saiu em velocidade contornando a Praça Felipe Patroni. Algumas pessoas conseguiram cortar caminho e voltaram a se colocar em frente ao micro-ônibus, a fim de garantir o acompanhamento do Movimento no trajeto.

De forma incisiva, policiais da ROTAM começaram a intimidar militantes utilizando gás de pimenta, taser (arma de choque) e cachorros treinados, como eles, para atacar com violência. Aos gritos, xingamentos e apontado escopetas para todo mundo (um até foi empurrado com cano da arma), a tropa de choque conseguiu dispersar as pessoas, agarrando muitas pelo pescoço, e abrir caminho para o micro-ônibus, que seguiu pela Rua Ângelo Custódio.

Era apenas o início da operação de truculência e repressão gratuita organizada pela ROTAM. Ao tentar contornar o cordão de isolamento formado na Avenida 16 de novembro seguimos pela Travessa São Francisco para chegar até a DIOE e prestar apoio aos colegas que foram presos. Porém, a ROTAM também já havia cercado os arredores da Avenida Tamandaré para “conter” o final da manifestação. Com o trânsito bloqueado e a imprensa bem longe, o caminho ficou limpo para ação do braço armado do Estado.

A ROTAM tocou o terror. Ao som de bombas de efeito moral, a multidão corria desesperada para fugir do Batalhão de policiais que cantavam pneus na rua, desciam no meio-fio e disparavam balas de borracha à queima-roupa em manifestantes na calçada. Repressão covarde, injusta e injustificável.
Venceremos!”
Regulamentação da comunicação JÁ!

Enquanto os veículos de comunicação como Portal das Organizações Rômulo Maiorana (ORM) e Diário Online (DOL) divulgam: “Grupo ENTRA em confronto com a PM em avenida de Belém” e “Manifestantes ENTRARAM em confronto com o Batalhão de Choque da Polícia Militar”, com relatos frios e ‘imparcias’, escritos debaixo do ar condicionado, a população segue no calor da luta e da mobilização. E o sangue quente que corre em nossas veias, não nos faz sentir dor.

Venceremos!”


Texto 2 sobre a manifestação do dia 24/06/2013 Belém

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“ANTES DE OUVIR QUALQUER MÍDIA COMPRADA, OUÇAM OS QUE ESTIVERAM LÁ!
Hoje, 24 de junho 2013, houve a terceira manifestação do Movimento Belém Livre. Saída de São Brás às 18h horas rumo a Prefeitura. (…). Pois bem, no dia anterior, foi realizada uma assembléia popular na praça da república a fim de definir as principais pautas da manifestação em Belém, a partir da qual se gerou uma carta escrita por diferentes voluntários para ser lida em frente a prefeitura e entregue ao prefeito
Na frente na prefeitura a carta foi lida três vezes através de jogral (método onde um fala e todos repetem para que todos e os mais distantes escutem sua voz). A carta foi entregue ao assessor do prefeito (isto está filmado!) que garantiu levá-la até o mesmo.
Ocorreram dois assaltos. Durante a confusão para prender os assaltantes suspeitos prenderam mais 5 manifestantes SEM PROVAS. Fomos todos para a frente do Fórum (ao lado da Prefeitura) onde os manifestantes detidos estavam dentro de um ônibus. A polícia queria levar os detidos para a DRCO (Divisão de Repressão do Crime Organizado) no Bairro da Pedreira, ao contrário do ocorrido nas outras manifestações onde os detidos foram levados para a DIOE (Divisão de Investigação de Operações Especiais) na rua Avertano Rocha, próximo ao local da manifestação.
DUAS COISAS ESTRANHAS: Realizar o procedimento de B.O. distante da manifestação e, esse procedimento ser realizado na divisão de repressão a crime organizado.
É uma manifestação popular sem líderes, reunindo livremente diversos movimentos sociais, coletivos, partidos e apartidários, estudantes e trabalhadores. NÃO É FORMAÇÃO DE QUADRILHA. OU SERÁ QUE A POLÍCIA E O SEU PREFEITO ESTÃO CHAMANDO SUA POPULAÇÃO DE QUADRILHA? Ah, deve ser porque é São João.
Pois bem, cercamos o ônibus. DIVERSAS VEZES SENTAMOS E LEVANTAMOS AS MÃOS PARA MOSTRAR QUE ESTÁVAMOS DESARMADOS. Nossas únicas “armas” eram nossas câmeras, nossos únicos “escudos” eram nossas blusas, panos e máscaras para nos proteger do spray de pimenta.
(Reforçando! não sejamos tolos, ao ir para uma manifestação use o mínimo de proteção, a polícia não vai querer saber se tu és “pacífico fofinho munido da bandeira nacional” ela irá jogar spray de pimenta na sua cara!)
QUERÍAMOS SABER QUEM ERAM OS DETIDOS, GARANTIR A INTEGRIDADE FÍSICA DELES E QUE A OCORRÊNCIA FOSSE FEITA NO LOCAL OU PRÓXIMO PARA QUE PUDÉSSEMOS ESTAR PRESENTES. Advogados participantes da manifestação, a Assessoria publica e alguns manifestantes dialogaram com a polícia.
Conseguimos então saber quem eram as pessoas detidas. Mais negociação. Então, foi acordado com a polícia, que GARANTIU que cumpriria o acordo, que os detidos seriam levados para a DIOE, que era próximo, sendo que o ônibus seria escoltado pelos manifestantes.
Abrimos espaço para o ônibus sair. E sabe qual foi a palavra de honra da polícia?! O ÔNIBUS ARRANCOU! Na tentativa de impedir que o ônibus prosseguissem, poucos manifestantes conseguiram se dispor na frente do ônibus acabando por serem ENCURRALADOS em uma ruela da cidade velha PELA TROPA DE CHOQUE. O restante foi impedido de acompanhá-los com spray de pimenta e cães.
De fora só se ouvia os tiros.
QUEM É VIOLENTO? QUEM É VÂNDALO?
Só quem estava lá, quem ficou lá, pra tentar garantir a integridade uns dos outros e a não criminalização da nossa voz, responde essa pergunta sem delongas!
O QUE A POLÍCIA FEZ FOI ASQUEROSO!
Mas não culpemos só a Polícia, porque eles cumprem ordens superiores. Mas convenhamos, eles cumprem com gosto.
Isso porque foi no centro. Isso porque muitos filmavam. O QUE ACONTECE NAS PERIFERIAS TODOS OS DIAS AS CEGAS? O QUE ACONTECEU E ACONTECE COM TODOS QUE UM DIA TENTARAM MUDAR ESSA REALIDADE?
NÃO VIREM A CARA A ESSAS PERGUNTAS!
Não se calem! Pelo que vocês acreditam de melhor nessa vida, não se calem!
Corremos pela rua 16 de novembro a fim de encontrar os que ficaram encurralados e tirá-los de lá. A policia cercou, avançou. Conseguimos nos juntar. Chegamos a Tamandaré. Lá alguns reuniram lixo e tacaram fogo nele fechando a 16 na tentativa de nos proteger.
Mas o que nós éramos? Pessoas a pé acuadas, tentando proteger os nossos sem nada nas mãos. O que eles eram? Uma tropa de choque, muitos e muito bem armados, a pé, com carros e motos.
Os vândalos somos nós!
Todos saíram correndo. Se espalhando pelas ruas da cidade velha, procurando onde se proteger. Alguns entraram no supermercado Nazaré para se proteger. A tropa entrou no mercado. Dos que estavam lá prenderam mais alguns. DOS QUE PRENDERAM, A MAIORIA ERAM NEGROS. O que vocês me dizem disso?
Ah, claro, não existe racismo no Brasil, logo no Brasil, o país das manifestações pacíficas.
O que eu vivi nessa noite de 24 de junho de 2013, e peço logo desculpas a minha mãe e aos meus avós, não vai me tirar das ruas. Agora que eu vi bem de perto, não me calo nunca mais!
E realmente gostaria que as pessoas parassem de ser pau mandados da TV e olhassem a sua volta, e falassem, gritassem, não se calassem nunca mais diante de qualquer abuso!
Se movimento popular é formação de quadrilha, se não se calar diante da injustiça é violência, se denunciar o abuso é vandalismo, se resistir pra garantir nossos direitos é crime. Sim, somos vândalos, somos criminosos, somos violentos!”


Texto 1 sobre a manifestação do dia 24/06/2013 Belém

Posted: junho 25th, 2013 | Author: | Filed under: Geral | Tags: | No Comments »

Nota nº 1: Esclarecimentos sobre o ocorrido em 24/06/2013

O que vamos escrever aqui não irá passar em nenhum jornal de grande circulação que tem diversos interesses financeiros e políticos, por isso, compartilhe, divulgue, seja mídia você também.
Gostaríamos de esclarecer à população de Belém os acontecimentos do dia 24/06/2013 durante a manifestação organizada pelo Movimento Belém Livre. Ao longo do percurso, que saiu de São Brás rumo à Prefeitura Municipal de Belém, a manifestação ocorreu de forma pacífica, com várias palavras de ordem e cartazes pedindo pela redução e congelamento da tarifa, pelo passe livre para desempregados e estudantes, pela melhoria na qualidade do transporte público, por melhores condições de saúde e educação, contra a construção da hidrelétrica de Belo Monte, contra a PEC 37, pelo Fora Feliciano, entre outros.
Chegando na Prefeitura, lemos e entregamos uma carta na qual constavam nossas reivindicações (vide link) para Wolf Endemann, que se identificou como assessor do Prefeito Zenaldo Coutinho, todas essas reivindicações foram tiradas em assembleia popular realizada no dia 23/06/2013 na praça da Republica. Durante este momento fomos informados que dez pessoas foram detidas sem causa aparente durante o ato.

COMO TUDO COMEÇOU
Por meio de jogral, convocamos o Movimento para ir até a frente do Fórum Cível cobrar explicações do motivo da prisão arbitrária. Chegando lá soubemos que duas pessoas já tinham sido levadas para a Divisão de Investigações e Operações Especiais (DIOE) e as oito restantes estavam em um micro-ônibus em frente ao Fórum, com objetivo de serem encaminhadas ao DIOE e à Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO).
Na Frente do Fórum questionamos quais eram as acusações que justificavam a detenção dos manifestantes, mas não obtivemos nenhuma resposta. Ao vermos que o micro-ônibus ia sair com os manifestantes presos e, sem que a polícia nos respondesse os motivos, decidimos sentar na frente do ônibus e fazer um cordão humano de isolamento para evitar a saída do ônibus.
Iniciou-se uma negociação com a polícia para que liberássemos a passagem do microônibus, com a mediação de um defensor público, Adriano Souto Oliveira, e um advogado vinculado a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PA), Antônio Grain Neto. Ao percebermos que a maioria dos Policiais Militares estavam sem identificação, questionamos isso para o referido advogado e para o defensor, os quais afirmaram ser ilegal essa prática e sugeriram que filmássemos os policiais sem identificação para que pudéssemos ter a possibilidade de entrar com uma ação na justiça.

A MENTIRA E A TRAIÇÃO
Durante a negociação, foi acordado que liberaríamos a passagem do ônibus com a condição de irmos à delegacia e que o ônibus iria lentamente para que nós pudéssemos acompanhá-lo caminhando. Isso foi garantido pelo subsecretário de Segurança Pública do Estado, coronel Mário Solano, que também estava presente na negociação. Neste momento, assim que abrimos a passagem, o micro-ônibus arrancou em velocidade e descumpriu o acordo que acabava de ser firmado (o qual temos a gravação). Isso nos causou revolta e vários manifestantes correram e sentaram na frente do ônibus novamente. O comandante da Tropa de Choque (que também estava sem identificação) gritou: “Desce bala em todo mundo”.

A REPRESSÃO E O AUTORITARISMO DA POLICIA NA CIDADE VELHA
O micro-ônibus tentou dobrar na rua João Diogo. A partir daí se iniciou intensa repressão aos manifestantes que tentavam se aproximar do ônibus para que o acordo fosse cumprido. Foram utilizados cassetetes, spray de pimenta, várias bombas de gás lacrimogêneo e até mesmo balas de borracha. Um outro grupo seguiu pela 16 de Novembro e subiu a Ângelo Custódio. A Tropa de Choque seguiu em formação e jogava bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha por toda a 16 de novembro. Neste momento, construímos uma barricada na Tamandaré com a 16 para evitarmos o avanço e ataque da polícia, que intensificava a violência a medida em que se aproximava de nós. Neste momento a polícia militar, a Tropa de Choque, a Cavalaria e a ROTAM tentaram nos cercar na Tamandaré. No desespero, o grupo se dispersou e corremos desordenadamente por todos os lados. Encurralaram-nos em paradas de ônibus, postos de gasolina, bares e supermercado. Atiravam balas de borracha, ameaçavam e xingavam qualquer pessoa que achassem que era manifestante.
O maior grupo conseguiu se abrigar na garagem de um supermercado na rua São Francisco. Um enorme contingente policial fortemente armado cercou o supermercado e entrou na garagem atirando. Em pânico, o grupo subiu para a loja e um batalhão armado os seguiu. Arbitrariamente escolheram pessoas para serem detidas em uma ação racista, fascista e opressora. Foram 7 pessoas detidas no supermercado, dentre os quais a maioria eram negros e nenhum portava absolutamente nada que os pudesse incriminar. Mesmo assim, os grandes veículos de comunicação os caracterizaram como ladrões, baderneiros e vândalos. Isso mostra uma clara intenção de criminalizar os movimentos sociais no Brasil e isso não toleraremos.

O RECADO
Repudiamos a ação violenta do governo estadual e de sua polícia que abusa de seu poder contra os manifestantes e mantém impune os policiais responsáveis pela morte da gari Cleonice Vieira de Moraes.
Informamos ao prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, ao governador do Estado, Simão Jatene, e sua polícia repressora que vamos continuar com nossas manifestações até que todas as nossas demandas sejam atendidas.
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